Teresa Corrêa Ferreira Rabello (I257)
|
|||||
|
|
|||||
Dados Pessoais e Detalhes
| Nascimento | após 10 Novembro 1824 |
| Casamento | Janeiro 1837 (Idade aprox. 12) Francisco Joaquim Corrêa - Vila do Príncipe, MG
Detalhes da Citação: Livro de Casamentos - 1859/1869 - fl. 57v Texto da Fonte: Em virtude do requerimento do Bacharel Fran- cisco Correa Ferreira Rabello e despacho do Exmo. Bispo de Diamantina relativamente ao sento de casamento de Francisco Joaquim Corrêa e D. Theresa Ferreira Corrêa Rabello e tendo eu tido em formações de pessoas fidegdigna como são D. Gertrudes JOaquina da Con ceição que foi Testemunha de sse Casamto. e D. Theresa Joaqm. de Jesus Mai de D. There sa Corrêa Rabello mandei abrir no livro Competente o a sento seguinte. Em Janei= ro de mil e oito sentos e trinta e sete Recebe= rão-se em matrimonio Francisoco Joaqm. Corrêa e D. Theresa Corrêa Rabello, e sen= do testemunha desta Acto o Commdro. Jose Ferreira Carneiro e D. Gertrudes Joaqn. da Conceição e Celebrante o Vigario Rofi no Alves Mesquita e para constar mandei faser este as sento em que me assigno. O Vigro. Candido Augusto de Mello |
| Falecimento | 10 Novembro 1898 - 07:00 (Idade aprox. 74) Diamantina, MG Causa do Falecimento: Derrame cerebral
Detalhes da Citação: 22/10/1898 - no. 181 - maço 39 - fl. 2 Texto da Fonte: D. Thereza Rabello Na idade de 73 annos, falleceu nesta cidade, pelas 7 horas da manhã de 10 do corrente, a exma. sra. d. Thereza Ferreira Rabello, veneranda e idolatrada mãe do sr. Sebastião Corrêa Rabello, sogra dos srs. Olympio Julio de Oliveira Mourão e José Neves e irmã dos srs. Barão do Serro e Coronel Sebastião Rabello. Era a finada uma sra. de muitas virtudes, uma respeitável matrona que soube incutir no espirito de sua grande prole os mais sacrosantos principios do dever e da moral. A inditosa sra. foi victima de um derramamento cerebral que, no decurso de três dias, depois de dolorosos sofrimentos, a levou ao tumulo, roubando-a deste modo aos carinhos da familia dedicada. Durante a sua molestia teve a finada o seu leito rodeado por parentes queridos e filhos dedicadissimos. Na familia deixa, como é natural, um vacuo insupplicavel, e no animo d'aqueles que tiveram occaisão de conhecer-lhe de perto o aprimorado merito da convicção da falta sensibillissima dos seus salutares exemplos. Seus restos descançam em um carneiro da igreja do Carmo, tendo sido muito concorrido seu enterro. Em sinal de pezar pelo seu passamento foram encerradas as aulas da Escola Normal e as repartições municipaes. A todos os seus parentes apresentamos nestas linhas os nossos sentimentos de profundo pesar. |
| Identificador Universal | 0124176239F1D411940B9CFD99F1B55B7FD2 |
| Atualizado em | 14 Setembro 2007 - 09:40:51 Última Alteração por: virgilio |
Notas
| Não há nenhuma Nota para essa pessoa. |
Fontes
![]() Fonte |
Estudo Genealógico e Biográfico das Famílias Corrêa, Rabello, e Corrêa Rabello Edição do Autor - 1980 Dados Texto da Fonte: Depois do fracasso do marido, Dona Tereza foi morar de volta com a mãe, sob um regime severo. Paulo Krüger Corrêa Mourão, neto de Dona Tereza, conta que sua mãe dizia que as crianças eram tratadas como alunas internas de colégio. Costurava-se o dia todo com horários, regras e economias de uma casa de comunidade. A velha Dona Tereza Joaquina presidia esses trabalhos de sua rede, dando ordens que todos obedeciam respeitosamente, inclusive a escravaria. O que Dona Tereza sofreu, na casa da mãe, com todos os filhos não se descreve. Contam até o grande terror que passou, certa noite em que ficou só, em casa, com os filhos, enquanto a escravaria reunida perto estava agitada. Foi uma noite de angústia, receando pela sorte dos filhinhos, principalmente, das três meninas. Este período amargo de D. Tereza Corrêa Ferreira Rabelo durou até que, segundo parece, o seu filho Francisco, tendo conseguido estudar e formar-se em Direito pela Faculdade de São Paulo, tomou a si os elevados encargos da família, assim tornada independente. Morando em Curralinho, hoje Extração, durante muitos anos, a família mudou-se depois para Diamantina. Aí possuia uma espécie de chácara, no largo de D. João, ainda existente, que pertenceu mais tarde ao Sr. Pedro Miranda. nessa casa, residiu a viúva D. Tereza Corrêa Ferreira Rabelo com a sua filha Terezinha e com o filho Padre Pedro Corrêa Rabelo, durante vários anos. Aí morreu o Padre Pedro e, tempos depois, D. Tereza. |
![]() Fonte |
Outros Tempos... Quando eu era Heroína Edição da Autora Detalhes da Citação: pp. 31-33 Dados Texto da Fonte: HISTÓRIAS QUE VOVÓ CONTAVA Vovó, sempre que podia, procurava distrair os netos, contando-lhes passagens da História Sagrada e de sua própria vida. (...) Ela era mansa e parecia tão indefesa, com sua aparência franzina, seu ar calmo e tranquilo, entregue, quase sempre, às suas obrigações religiosas. Já se aposentara do árduo míster do magistério primário. Quase sempre, às tardes, reservava um horário, em que ia narrando, para netos, passagens da História Sagrada. E as passagens bíblicas eram revividas, com um conhecimento e sequência admiráveis. (...) Outras vezes, Vovó contava episódios da sua infância. Sua mãe era filha única, de uma fazendeira rica, lá do Serro. Casou-se aos onze anos de idade com um português, talvez aventureiro, de cerca de trinta e três anos de idade. Como a jovem esposa ainda não possuísse nenhuma prenda doméstica, ficou combinado que ela ficaria em companhia de sua Mãe, até fazer a primeira comunhão, aprender alguma costura e coar café. Ela detestava costurar! Um dia, recebeu um recado do esposo impaciente: "ela fugisse para sua companhia, que não precisaria mais de se dedicar à costura." A promessa era por demais tentadora. E, numa tarde, aproveitando-se da ausência da Mãe, auxiliada por uma escrava, fugiu para a companhia do marido, seu Corrêia. A fazendeira indignada, jurava nunca mais perdoar a filha, não liberando a parte da herança a que ela teria direito. Seu Corrêia entrou na Justiça, para obrigar a Sogra a entregar-lhe o dote da esposa, o que foi conseguido. Aumentou, assim, a desavença entre ela e o genro. E, mais tarde, quando os maus negócios desbarataram o dote recebido, a Fazendeira, atendendo ao apelo da filha, mandou-lhe dizer que a receberia de volta ao lar, juntamente com os filhos, mas, o marido, nunca! Assim, regressa ao lar materno aquela menina-moça, acompanhada de seis filhos pequenos, separada do marido, a quem nunca mais veria! Ele, sem recursos, aceitou lecionar Línguas, na Escola de Minas, em Ouro Preto. E a Vovó Tereza, assim chamada pelos netos, viveu humilhada na Fazenda de sua Mãe, até que os filhos, já independentes, indo residir em Diamantina, transferiram sua Mãe para lá. |
![]() Fonte |
Testamento de Tereza Ferreira Rabello 1o. Ofício - 1891 - maço 98 |
![]() Fonte |
Censo do Distrito do Serro - 1840 MP Caixa 09 Pacote 15 Detalhes da Citação: Fogo 247s após o casamento daquela. Quando lembramos que a mãe Thereza Joaquina foi madrinha do neto Francisco, a dúvida se acirra ainda mais. Nota: O fato de Teresa ser vizinha da mãe em 1840, lança dúvidas a respeito da rusga entre as duas após o casamento daquela. Quando lembramos que a mãe Thereza Joaquina foi madrinha do neto Francisco, a dúvida se acirra ainda mais. |
Mídia
| Não há nenhuma Mídia para essa pessoa. |
![]() |
Família com Pais |
| Pai | |
| Mãe | |
| Irmão | |
![]() |
|
| Irmã | |
| Irmão | |
| Irmão |
![]() |
Família Paterna com Anna da Cunha Coutinho |
| Meio Irmão |
![]() |
Família com Francisco Joaquim Corrêa |
| Marido | |
![]() |
|
| Filho | |
| Filho | |
| Filho | |
| Filho | |
| Filho | |
| Filha | |
| Filho | |
| Filho | |
| Filho | |
| Filha | |
| Filha | |
| Filha | |
| Filho |
Assistente de Pesquisa
Detetado Robo de Site de Pesquisa: CCBot/ http://www.commoncrawl.org/bot.html
| Não há log de pesquisa para esta pessoa. |








