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Pedro da Mata Machado (I1414)
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Dados Pessoais e Detalhes
| Nascimento | 29 Janeiro 1865 46 35 Diamantina, MG |
| Casamento | 22 Maio 1890 (Idade 25) Carlota Pereira da Silva - Diamantina, MG |
| Falecimento | 16 Junho 1944 (Idade 79) Belo Horizonte, MG |
| Identificador Universal | BE0A0A6EDE7E534A926D42CEFF2619F67CF5 |
| Atualizado em | 26 Agosto 2006 - 00:00:00 |
Notas
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Fontes
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Inventário de Thereza Corrêa Rabello 1o. Ofício - 1931 - maço 11 |
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Memórias Compilado e Publicado por Fernando da Mata Machado Dados Texto da Fonte: Era um homem muito inteligente. Após estudar no Seminário de Diamantina, viajou, aos 14 anos, para Ouro Preto, a fim de fazer preparatórios. Destinava-se ele a estudar Engenharia, na afamada Escola de Minas. Quando estudava no Curso Anexo à mesma Faculdade, houve uma greve determinada pela expulsão de certo aluno que, acidentalmente, jogara, do alto do edifício, um copo d'água na cabeça de um professor. A turma foi suspensa e Dr. Pedro, que dizia não ter vocação para as matemáticas, resolveu ir para São Paulo estudar Direito. Ali estaria em seu elemento, pois sempre gostou de se instruir em Economia Política e Ciências Sociais. Além do mais era bom orador e sua dialética facilmente convencia os ouvintes e vencia os adversários. Antes de seguir para São Paulo, foi aluno particular do bacharel João Pinheiro da Silva. Entre professor e aluno surgiu grande amizade, que só terminou com a morte prematura daquele. Pedro matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo em 1885. Nas férias do 4o. ano, fins de 1888 e princípios de 1889, veio ele a Diamantina visitar a família. Não pretendia casar-se logo, apesar de lhe apontarem diversas namoradas. Um dia foi almoçar em casa de seu amigo Antônio dos Santos Mourão e confidenciou-lhe não pretender-se casar logo depois de formado. Iria dar um passeio à Europa, para visitar o velho mundo e ampliar seus conhecimentos. Os dois amigos saíram então a passeio pela cidade e, no alto da Rua Direita, passaram em frente à casa do Dr. Francisco Corrêa Ferreira Rabelo, cunhado de Dr. Pedro. Este, ao levantar os olhos para a sacada, viu gentil morena no esplendor de seus 18 anos. Ficou fascinado e se despediu do amigo, entrando precipitadamente na casa de sua irmã. Subiu as escadas e na sala-de-visitas pediu que o apresentassem à moça, ficando então sabendo que se tratava de Carlota, filha do Dr. Teófilo Pereira da Silva, juiz de Direito da Comarca. Houve o amor à primeira vista e no mesmo dia Pedro falou em casamento. Incubiu o cunhado Pexico, amigo e compadre do Dr. Teófilo de fazer o pedido, e quando voltou para São Paulo, a fim de cursar o 5o. ano, já estava noivo, casando-se logo após sua formatura e fixando-se em Diamantina. Formou-se em fins de 1889 e ainda assistiu ao 15 de Novembro em São Paulo. Nesta ocasião governava São Paulo o General Couto de Magalhães, que com a proclamação da República foi deposto do alto cargo. Numa solidariedade de amigo, achava-se junto do general e presenciou toda a cena nos Campos Elíseos, escrevendo depois palpitante artigo sobre a conduta e atitude daquele grande diamantinense. Regressou à sua cidade natal e ali se casou. Havia se destacado como aluno distinto numa das mais brilhantes turmas da velha Escola, na qual sobressíram Afonso Arinos e Afrânio de Melo Franco, Herculano de Freitas, Gastão da Cunha, Mendes Pimentel, Edmundo Lins, Carlos Peixoto Filho, o poeta Emiliano Perneta e outros. Nomeado promotor de justiça em Minas Gerais, filiou-se ao Partido Republicano Mineiro (PRN) e foi eleito presidente da intendência no município de Diamantina, cargo equivalente ao atual prefeito, ao qual acabou renunciando em decorrência de conflitos com políticos locais. Publicou mais tarde o documento "Câmara Municipal de Diamantina", explicativo de sua deliberação. Sua administração foi profícuo para a terra natal. Alargou ruas, cuidou da higiene e construiu o cemitério. Quando estudante, militou no jornalismo paulista, redigindo "O Liberal Acadêmico" e na sua terra foi redator fundador da "Cidade de Diamantina", colaborando em muitos órgãos da imprensa do Estado. O Arquivo Público Mineiro possui cópia do discurso que Pedro da Mata Machado proferiu a eleitores em 15/08/1894 em que afirma que se o povo julgar que a outros mais competentes deve eleger, ele permaneceria com o povo com toda a sinceridade "por afastardes dos meus ombros a tremenda responsabilidade do mandato legislativo. No mesmo Arquivo Público encontra-se um livreto com artigos publicados pelo Dr. Mata Machado publicados na imprensa periódica de Diamantina quando ele era presidente da câmara e agente executivo resignatário. Data o livreto de maio de 1893. Em 1907 elegeu-se senador estadual em Minas Gerais, exercendo o mandato até junho de 1912, quando assumiu uma cadeira na Câmara Federal, onde permaneceu até dezembro de 1914. Reeleito senador estadual no ano seguinte, exerceu o mandato até outubro de 1919, quando se tornou mais uma vez deputado federal. Concluindo o mandato na Câmara em dezembro de 1920, afastou-se durante muito tempo das atividades políticas. Sua ação parlamentar visou sempre o desenvolvimento da agricultura, por ele considerada com único meio capaz de trazer prosperidade ao país. "Agricultar para prosperar" era seu lema cátedra da Faculdade de Direito, onde lecionava; condenava o bacharelismo como uma das maiores pragas nacionais. Na tribuna, imprensa, conferências, reuniões e comícios, sua obsessão era pregar a política da gleba. O abandono dos campos era o maior crime dos governos. Após a Revolução de 1930, foi nomeado membro do Conselho Consultivo do Estado de Minas Gerais. Em maio de 1933 elegeu-se deputado à Assembléia Nacional Constituinte na legenda do Partido Progressista de Minas Gerais. Assumindo sua cadeira em novembro do mesmo ano, participoou dos trabalhos constituintes e, após a promulgação da nova Carta (16/07/1934) teve o mandato prorrogado até maio de 1935. Em outubro de 1934, elegeu-se deputado federal para a legislativa ordinária que se iniciou em maio de 1935, exercendo o mandato até novembro de 1937, quando o advento do Estado Novo suprimiu todos os órgãos legislativos do país. Apoiou Getúlio Vargas, quando este instituiu o Estado Novo. Publicações Um Programa Esboço de Curso de Extensão Universitária Civilização Artificial Ensino Gratuito da Agricultura Racional Traços Biográficos de Dr. João da Matta Machado. A Voz do Povo. (Panfleto político que distribuía gratuitamente, pregando suas idéias) Câmara Municipal de Diamantina Discursos na Constituinte da 2a. República Não vacilou em abrir mão da advocacia para ajudar o irmão, o Conselheiro Matta, cujos negócios não iam bem. Saiu de Belo Horizonte e levou toda a família para a roça, numa viagem que durou de 8 à 10 dias, com o trecho final sendo feito de carro de boi. Dr. Pedro foi assumir o cargo de Diretor da Fábrica de Fiação e Tecidos Santa Bárbara, cargo que havia sido de seu irmão Augusto , que retirou-se para Diamantina após a perda de uma filha. A fábrica era então de exclusiva propriedade do Conselheiro Matta, que adquirira as partes dos irmãos e cunhados. Esta fábrica distava cerca de 72 quilômetros de Diamantina. Na diretoria da Fábrica, Dr. Pedro manteve quase todos os empregados na maioria parentes e alguns amigos. Francisco de Araújo Tameirão (Chico do Banco) ajudava o diretor e o substituía eventualmente. Era gerente do Armazém o Zeca Caldeira e guarda-livros (contador) o Saraiva, casado com uma prima do diretor. D. Gabriela da Matta Corrêa Rabelo era guardiã das moças tecelãs. Estas moravam em uma grande casa a que chamavam convento. Trabalhavam ainda na fábrica o Fortunato Alto Magalhães e seu irmão João Soldado, que carregava fama de valente. Dr. Pedro o incubia de missões difíceis e perigosas naquele meio agreste e ele executava integralmente sem discutir. O serviço de Correio era feito pelo Gabriel, casado com uma mulata bonita e alegre - a Faustina. Ela recebia do marido as novidades vindas de Diamantina e as transmitia aos moradores aos gritos, ouvidos por quase todo o povoado. Exercia a função de maquinista da empresa o brasileiro Guedes, curioso na profissão e aproveitado na falta de um técnico. Tornando-se necessária a sua substituição, foi contratado um inglês muito competente e trabalhador, quando não se emborrachava com o uísque brasileiro, do qual muito gostava. Chamava-se James e vivia sempre com um cachimbo dependurado nos lábios, reclamando contra as comidas mineiras, às quais não se adaptava. A maioria dos empregados da fábrica era baianos, vindos à pé e acossados pela penúria reinante em seu estado. Quase todos analfabetos, mas alguns vivos e inteligentes. Dr. Pedro ali criava os filhos à moda espartana. Dormiam no chão em couros de boi, sendo que Teófilo possuía um couro de cabrito, mais macio; tomavam banho frio, quando não faziam uso das águas térmicas naturais. A alimentação sadia e os ares puros da região agreste fizeram os filhos gozar de perfeita saúde. Tinham tudo diretamente da fonte natural. Os mantimentos das fazendas próximas, as carnes de animais da criação e o leite gordo e sadio da vaquinha "Turina". Após mais ou menos dois anos vivendo na Fábrica, Dr. Pedro resolveu mudar para Diamantina. Devido à viagem se dar com sua esposa grávida e crianças pequenas. O percurso de 72 quilômetros se fez em quatro dias. Em Diamantina abriu seu escritório de advocacia. A banca de advogado não era rendosa naquela localidade, de onde desaparecera a única riqueza: a mineração de ouro e diamantes. A única causa ruidosa defendida por Dr. Pedro, com ardor e entusiasmo, foi a defesa de Raimundo Pertapé, acusado como um dos assassinos do moço Júlio Fonseca. mas o fez gratuitamente, pois tratava-se de pessoa pobre, de cuja inocência Dr. Pedro não duvidava. As causas pequenas açambarcadas pelos rábulas, que infestavam o Foro local. As causas dos americanos e de outros proprietários de minas de diamantes eram raras e parece que Dr. Pedro só advogou a favor do Sr. Francelino Horta, em uma demanda sobra a propriedade de uma jazida de diamantes. Quando seus filhos João e Carlos passam em frente à Cadeia Pública, no começo da subida da Rua São Francisco, eram chamados pelos presos, os quais sentados nas janelas dos cubículos, e com as pernas de fora, presenteavam os meninos com pentes, cuités e farinheiras, todos fabricados na prisão e feitos de chifres de bois. Depois os prisioneiros pediam que os meninos falassem ao pai para ele tirá-los dali. O Dr. Pedro era um apaixonado pela agricultura. Resolveu entao incentivar a cultura da terra e a criação de gado em sua Fazenda São João da Matta, distante cerca de 72 km da cidade. Esta propriedade tivera o nome de Cafundó. Logo que a recebeu de seu irmão, João, em paga de serviços de advocacia a ele prestados, Dr. Pedro deu a herdade o nome do santo remissor dos cativos. Mas os sertanejos não aceitaram a mudança e só chamavam à fazenda de Cafundó. Planejou a primeira viagem até a propriedade e nela tomaram parte seus filhos Teófilo, João e Carlos, além de seu sobrinho Edgard. Partiram a cavalo rumo ao sertão, indo o Dr. Pedro à frente como guia. Emparelhado e em palestra com ele, seguia o sobrinho Edgard. Os seus filhos íam um pouco atrás, muito alegres pela aventura da excursão campestre. Iriam pousar no Guinda, pequeno povoado distante 15 quilômetros de Diamantina. Havia muitos anos que Dr. Pedro não fazia a viagem de Diamantina à Fazenda, e como guia errou o caminho numa encruzilhada, tomando à esquerda, a estrada de Camelinho, via direta para Curvelo. Depois de muito andar, percebeu o engano quando avistou, em plano mais elevado, a estrada que conduziria ao pouso almejado. Para cortar caminho, ele dirigiu sua montada diretamente em direção à verdadeira rota, atravessando as campinas devastadas do planalto diamantinense. Mas não previu o perigo dos atoleiros existentes na região, e inesperadamente os viajantes ouviram o tilintar de caçambas e o ruído surdo de animal se atolando na lama. "Papai, papai!" gritou um de seus filhos. Num salto destro, Dr. Pedro se desvencilhou-se de sua montada que se debatia no charco, e caiu de pé em terreno firme. Ele e o Edgard ajudaram o animal a sair do atoleiro, pegando-lhe pela orelha e guiando-o para a parte seca do caminho. Voltaram então à encruzilhada para tomar a verdadeira estrada do Guinda. No caminho Dr. Pedro se referiu à uma narrativa de um certo livro de Victor Hugo sobre os sumidouros de areia na África, muito mais perigosos do que os atoleiros do Brasil. Depois desta viagem à Fazenda realizou diversas outras no període de 1905 - 1909, quando se mudou de Diamantina. Numa destas viagens recebu uma carta que o deixou radiante. Correu para seus filhos que lá estavam dizendo: "Meus filhos, venham cá, o João Pinheiro foi indicado para Presidente de Minas, agora vamos ter um governo que vai cuidar dos interesses reais do povo e esquecer a vil politicagem." No dia seguinte, enviou uma carta de felicitiações ao futuro Presidente de Minas no quatriênio de 1906 - 1910. Dizia a missiva: "Meu caro João Pinheiro, Achando-me na Fazenda em companhia de dois filhos, aguardávamos, à luz amiga da fogueira sertaneja, a hora do repouso. Um portador, chegado do distrito vizinho, trouxe-nos a grata nova de tua indicação para Presidente do Estado. Abraçando os filhos, disse-lhes: "Demos graças a Deus porque vamos ter um presidente que sabe que é preciso ensinar o povo a trabalhar para ele não ser cada vez mais pobre do que é." Com o mesmo afeto que estreitei os filhos no colo, mando-te o abraço de compadre e amigo Pedro Matta" Na mesma eleição do Presidente, em 1o. de março de 1906, o Dr. Pedro foi eleito senador estadual, por influência do novo presidente. Amigos e parentes programaram um movimento político para tomar a Câmara Municipal que, havia doze anos, estava em poder dos adversários. Fundou-se um partido político com o fim de prestigiar o Dr. Pedro, em oposição ao outro, chefiado pelo senador Olympio Júlio de Oliveira Mourão. Os opositores, ironicamente, apelidaram a agremiação de "Partido 45". Alegavam ter comparecido à primeira reunião apenas quarenta e cinco congressistas, quando na deles o número fora muito maior. Correligionário e parente de Dr. Pedro, Aurelianinho Caldeira Brant, espírito satírico, arranjou-lhes um número superior para a agremiação, chamando-a "Partido 69". Mas os antagonistas eram mais conhecidos como membros do Partido Estrada de Ferro, por haverem prometido levar os trilhos da Central do Brasil até Diamantina, realizando a maior aspiração da população local. Dr. Pedro fundou um jornal para expor suas idéias políticas e defender sua ação. Chamava-se "A Idea Nova" e, em seu cabeçalho, lia-se a síntese de seu programa político: "O imposto eqüitativamente lançado - o imposto proficuamente empregado". Em outra linha ainda em manchete vinha: "A independência nacional é função da economia nacional". Depois seguiam-se os nomes dos numerosos redatores do semanário, começando por Dr. Pedro. O partido do Senador Mourão mantinha o jornal "O Norte" e houve memoráveis pegas entre os dois órgãos de imprensa. "A Idea Nova" publicava sempre uns versinhos encimados por uma locomotiva em alusão pejorativa aos "estradas de ferro". Como exemplo: Seu soldado não me prendaNão me leve p'ro quartel,Eu não vim fazer barulho,Só vim ver minha mulher." Às vezes a coisa piorava, tornando-se os ataques mais violentos, e um escriba desrespeitoso escreveu maldoso epigrama contra a respeitável figura do grupo de Dr. Pedro, terminando por falar em "às de copas". Assinava-se "Rabisco" este redator de "O Norte", mas a resposta fulminante não tardou de parte do ofendido: "Rabisco desengraçado,Feio, cara de fuinha,Vá lamber de seu escritoAquela última linha." Dr. Pedro não gostava dessas retaliações pessoais e dizia que a sua política era aquela que Joaquim Nabuco mandava escrever com P grande. Seus artigos eram doutrinários e construtivos. Achava que a salvação do Brasil estava na agricultura, pecuária e no povoamento do solo. Assim, sintetizava o problema brasileiro em três palavras: Povoar, agricultar, pastorear. Nesta época sua casa necessitava de reparos e para reformá-la mudou-se com a família para a Chácara dos Coqueiros, que pertencera à seu avô materno e era propriedade de seu tio Augusto Afonso Caldeira Brant. Durante seu mandato o Dr. Pedro passava quatro meses do ano em Belo Horizonte. Dali escreveu à esposa dando-lhe a nova de que o Presidente João Pinheiro viria à Diamantina para visitar a cidade. Nesta visita João Pinheiro assinou diversos atos datados do "palácio do presidente do Estado de Minas Gerais em Diamantina". O referido "palácio" era a residência de três andares do comendador José Ferreira de Andrade Brant. Um grande almoço ao Presidente foi preparado na casa de Dr. Pedro, com toda a comitiva de João Pinheiro e as principais figuras da Cidade. Dr. Pedro falou brindando o ilustre hóspede e sua oração foi muito apreciada pela elevação das idéias ventiladas. Disse o então secretário do Interior, Manuel Tomás de Carvalho Brito: "Seu discurso deveria ser gravado em bronze". Neste jantar ocorreu um fato bastante pitoresco. Encontrava-se entre os presentes um prestigioso político de certo distrito do município diamantinense e ainda vacilante entre os dois grupos que se digladiavam pela posse do governo local. Dr. Pedro incubiu sue primos João Edmundo e Cícero Caldeira Brant de catequizarem o homem. Para começar convidaram o chefe político para mesa especial e pediram ao garçom vinho do bom para o conviva. Mas ele ao primeiro gole estacou indignado. Aquilo não era vinho nem ali nem na China. Os primos procuraram acalmar a justa fúria da vítima, que bebera vinagre, indo à adega em busca do melhor vinho. Dr. Pedro contou à esposa o jocoso episódio e ela declarou-lhe então haver dado falta de dezoito garrafas de vinagre, feito de jabuticabas do pomar, que foram bebidas pelo pessoal já alto. |
Mídia
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Família com Pais |
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| Irmã |
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Família com Maria José Corrêa Neves |
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Família com Carlota Pereira da Silva |
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